sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Haja amanhã

Basta!

Definir, redefinir e nada de conclusão

De todas as mudanças, não se tem certeza de nada

Pessoas Vão, ficam, ensinam, amam...

Ela já chorou, foi sarcástica, insensível e nada.

Decidiu se esquecer. De tudo. Talvez, de pouco.


Sem cigarros e convicções.

Sem amores e sem desejos.

Meu deus! Sem nada.

Como continua nessa estrada?

Nessa história. Que medo.

Medo? Nem isso lhe acomete mais.

“Socorro, alguém lhe dê um coração!”

É lá que tudo tava escondido.

Esperando por alguma coisa.

Basta!

Sem espera. Com atitude.

Pra onde? Foco! Pra quê?

Se tudo é mantido na mesma ordem...

Vai dormir.

Haja amanhã pra tanto hoje.

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